A vida é feita de decisões. Quantos caminhos diferentes poderia ter percorrido se no momento a ou b tivesse tomado decisões distintas? E de que adianta pensar nisso? Nada... pura perda de tempo...
Todos devíamos nascer formatados para fazer apenas escolhas certas mas, assim, a vida seria uma enorme monotonia de tão previsível! Como poderíamos crescer e amadurecer sem erros cometidos e consequências?
Todos devíamos nascer formatados para jamais nos deixarmos influenciar por outros ou para sentirmos necessidade de pedir conselhos. Mas, se assim fosse, como haveria partilha de ideias e de formas de ver o mundo? Cada um faria apenas o que lhe apetecesse, estivesse certo ou errado, e o mundo seria dominado pelo individualismo.
Assim, viver é pedir conselhos, ser influenciado, decidir, acertar, errar, experimentar o sucesso ou o insucesso que advém das decisões tomadas. É também saber decidir contra os nossos instintos e impulsos quando sabemos que é assim que tem de ser e é habituarmo-nos aos novos caminhos que sejamos impelidos a percorrer.
E é por isso que me vejo num novo caminho e, ainda não habituada, pergunto: onde estava com a cabeça quando deixei que a minha cabeleireira me cortasse 15 cm de cabelo?!

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